A ANGÚSTIA DAS DÍVIDAS (Lição 09)

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INTRODUÇÃO
As dívidas podem se tornar motivo de aflição para o cristão, e muitas vezes, de angústia. Estudaremos, na aula de hoje, a respeito do tratamento cristão no tocante ao dinheiro. A princípio, mostraremos como a Bíblia, no Antigo e Novo Testamento, aborda o dinheiro. Em seguida, destacaremos o perigo do endividamento e a angústia dele resultante. Ao final, apresentaremos encaminhamentos para a administração dos recursos financeiros que evitem as dívidas.

1. O DINHEIRO NA BÍBLIA
O dinheiro, no Antigo Testamento, era resultando da fundição de metais, o principal deles a prata (Gn. 42.25). O siclo de prata, de acordo com a legislação mosaica, era o valor para resgate de um israelita do sexo masculino (Ex. 30.13), também para compensações e multas (Ex. 21.23; Lv. 5.15; Dt. 22.19,20). Nos tempos do Novo Testamento circulavam quatro tipos de dinheiro: em forma de moedas (romanas), moedas antigas (gregas), moedas judaicas (de Cesaréia) e moedas de bronze. Essa diversidade de moedas fazia com que houvesse necessidade de cambistas, alguns deles se instalavam no templo em Jerusalém. Essa prática favorecia a desonestidade, por esse motivo, Jesus expulsou os cambistas do templo (Jo. 2.15; Mt. 21.12; Mc. 11.15; Lc. 19.45). O tratamento dado ao dinheiro, e as riquezas em geral, no Antigo e Novo Testamento, é diferenciado. No Antigo Testamento, ter dinheiro, riqueza e/ou propriedade, era sinônimo de benção divina. A prosperidade era compreendida como benção de Deus, mas sua utilização tinha uma dimensão ética. Por isso Ezequiel questiona o príncipe de Tiro quando esse se vangloria ao dizer “eu me enriqueci” (Ez. 29.3). Mesmo no Antigo Testamento não é correto desejar as riquezas, considerando que o Senhor destacou que Salomão foi distinto ao não pedir “uma vida longa nem riquezas” (I Rs. 3.11). Não é certo requerer riqueza de Deus, por isso, destaca o sábio: “Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário” (Pv. 30.8). No Novo Testamento, Jesus é crítico em relação ao acumula das riquezas (Mt. 6.19-21). Por isso, quando se encontrou com o jovem rico, orientou para que esse entregasse seus bens materiais aos pobres (Mt. 19.16-22). Em uma de suas epístolas a Timóteo, Paulo o orienta em relação ao perigo de amar as riquezas: “Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se transpassaram a si mesmos com muitas dores” (I Tm. 6.9,10).

A REBELDIA DOS FILHOS (Liçao 08)

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INTRODUÇÃO

Cada vez mais os filhos se mostram rebeldes, isso porque, além da natureza caída (Gn.8.21), vivemos em uma cultura de contestação. Os programas televisivos e até mesmo a escola, acabam por incitar os filhos à desobediência. Na aula de hoje aprenderemos a respeito da importância de uma visão bíblica que, amorosamente, conduza nossos filhos à obediência, a fim de que esses crescem no caminho do Senhor.

1. OS FILHOS NA BÍBLIA
Filhos – yeled em hebraico – têm a ver com os filhos de forma geral, sejam eles do sexo masculino ou feminino. A paternidade, na Bíblia, é uma demonstração do favor divino, principalmente para o povo israelita, tendo em vista a promessa messiânica. Por essa razão, a chegada de um filho era sempre festejada com gratidão e alegria (Sl. 127; 128.3; 113.9). A religiosidade judaica recomendava, como parte da aliança com Deus, a circuncisão ao oitavo dia de nascimento do menino (Gn. 17.10; Lv. 12.3). O primogênito da família ocupava lugar de destaque entre os demais, e todos eram iniciados no ofício do pai. Este também era responsável pela educação dos filhos, que tinha não apenas aspecto profissional, mas principalmente moral e religioso (Ex. 13.8; Dt. 4.9,10; 6.4-7; 7.9; Js. 4.4-8). Cabia aos pais dar aos filhos a devida correção (Ex. 21.15-17; Dt. 21.18-21) e assumir responsabilidades em relação a eles (Pv. 22.6; Ef. 6.4; Cl. 3.21; I Tm. 5.8; Tt. 2.4). Os filhos também deveriam portar-se com respeito em relação aos seus pais (Ex. 20.12; Ef. 6.1-3; Cl. 3.20). Na cultura judaica, a escola formal somente surgiu por volta do primeiro século antes de Cristo, como uma extensão da sinagoga, os filhos eram ingressados na prática da memorização da Torah logo a partir dos cinco e seguiam até os treze anos de idade. A partir de então o jovem passava a fazer parte da corte masculina e poderia recitar o Shema, além de jejuar com regularidade e fazer as peregrinações.

UMADENE - AD em Caucaia - CE

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O Culto de abertura aconteceu no dia 9, com mensagem proferida pelo Pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que esteve acompanhado de familiares, além de vários Diretores do órgão maior, bem como representante de outras convenções credenciadas.

A COMADESPE, esteve representada pelo seu Presidente, pr. Josias de Almeida Silva, também Primeiro Tesoureiro da CGADB e pelo Pr. Carlos Roberto Silva, Vice Presidente Executivo.
Palestras sobre o tema relacionamento nortearam hoje pela manhã, 9, a programação da 27ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) e a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da União de Ministros das Assembleias de Deus no Nordeste (Umadene), que começou ontem à noite, 8. Com centenas de pastores associados, a instituição pretende discutir mudanças no Estatuto Social e do Credo da Igreja.
Na Assembleia de Deus em Caucaia, Fortaleza-CE, um dos ministrantes foi o pastor Daniel Nunes (Campina Grande-PB), com o tema Relacionamento com a igreja. Citando o apóstolo Paulo, o obreiro desenvolveu mensagem a respeito de pastores que são amantes de si mesmo e os crentes que não aceitam a admoestação. "Muitos preferem a prática diária da Teologia da Prosperidade", disse o preletor, pedindo aos convencionais que intercedam a Deus por estes tempos difíceis.
Outro a proferir uma mensagem foi o pastor Osires Teixeira (Fortaleza-CE), que tratou sobre Relacionamento com a família. "A mídia bombardeia a família sobre sexualidade, e tem sido tabu dentro da igreja", declarou, lembrando que os pastores devem tratar sobre o tema sem preconceito. "Muitos seguem ainda a orientação antiga da igreja católica, da época do império, onde as mulheres não deveriam se despir na frente dos maridos para manterem a pureza do corpo. Precisamos ter pessoas abalizadas, que preparem os membros para a vida conjugal", disse, com base em Sl 128,3.
Foi aprovada mudanças no Credo anexado ao estatuto da instituição, garantindo o princípio bíblico do casamento heterossexual, bem como o veto para que Ministros façam celebrações de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Sob a presidência do pastor José Antonio dos Santos (Comadal), as reuniões estão acontecendo na Assembleia de Deus na Avenida Joaci Sampaio Pontes, Centro, Caucaia, no Ceará, presidida pelo Pr. Erivelto Gonçalves, 2º vice-presidente da Confradece. 


Filme cristão vai para os cinemas

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Estreia acontecerá em novembro deste ano no Brasil

O filme Três Histórias, um Destino representará um marco para os evangélicos de todo o país, pois será o primeiro filme gospel a ser exibido em mais de 100 salas de cinema nas principais praças brasileiras. Gravado na Carolina do Norte (EUA) e baseado no livro escrito por R.R. Soares, Três Histórias, um Destino (Destiny Road) é uma coprodução Brasil-Estados Unidos, fruto da parceria entre a Graça Filmes e a Uptone Pictures. A estreia acontecerá em novembro deste ano no Brasil. Já o lançamento nos EUA e em outros países ocorrerá em 2013.

Para alavancar um grande público, será realizada uma ação evangelística inédita e de grandes proporções. Com uma estratégia arrojada, a campanha “1+2=150 mil vidas!” estimulará o cristão a convidar pessoas de seu convívio às salas de cinema, reforçando, recuperando e estabelecendo alianças de amizade. O objetivo é transmitir a mensagem de Cristo por meio do filme.

A divulgação da campanha será feita de forma expressiva nas redes sociais e nos principais veículos voltados para o público gospel. Peças publicitárias em TV, rádio, web e material gráfico serão elaborados para convidar não somente pastores ou líderes a se envolver com a ação, mas também qualquer um que entenda o chamado de Deus para utilizar essa importante ferramenta evangelística, que é o cinema.

Sinopse
Cada um pode trilhar a própria história e ir ao encontro do seu destino. Mas, às vezes, durante esse percurso, as circunstâncias parecem nos engolir diante de um grande desafio, e acabamos nos perdendo no caminho. Frank é um dedicado líder religioso que se torna obcecado pelo poder e pela ambição desenfreada. O que falará mais alto: o lado espiritual ou a vida material? Jeremias é fruto de uma família desestruturada que aprende na “escola das ruas” a se virar sozinho. Só um milagre poderá salvá-lo de um futuro trágico. Elizabeth foi educada por uma mãe superprotetora, mas, ao conhecer seu grande amor, experimenta, pela primeira vez, a liberdade para a qual não estava preparada. Três histórias diferentes, três pessoas buscando a mesma resposta para seus dilemas: como traçar um novo rumo na vida?

Fonte: Creio




 

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